15.9.17

NUNCA ESTOU SÓ





Nunca estou só.
Há sempre alguém que ama, que adivinha, que se move
para mim, desde que eu não esteja fora.

O entoar da água,
em queda lenta e livre, no tanque das noites lunares,
ainda é a vocação primordial.

Ainda me inspira e apura a fala.

J. A. de Oliveira