15.12.09
2.12.09
PALAVRAS E ROSAS PRECLARAS
verdadeiras, preclaras.
São as chamas vivas.
Há palavras que sabem mais de mim
que eu das palavras e do quanto dizem.
Também há rosas que se entreabrem,
insistentemente alumiam a fala e o silêncio.
Gosto de palavras e rosas preclaras.
J. Alberto de Oliveira
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19:58
23.11.09
HELENA, O NOME
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20:52
8.11.09
UM VENTO DE VIDRO
vivo
a pairar na alma
silenciosa,
ávida e vigilante
da beleza de ver.
É um vento de frases
brancas
que ensinam o ofício
de tecer
fios de frio e relento.
J. Alberto de Oliveira
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21:13
EM CRISTAL DE MELANCOLIA
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20:46
22.10.09
A FALA DESEJANTE
e de alma
quando clama.
Quando infunde
no tecido branco
o sopro de sua fala desejante.
Texto: J. Alberto de Oliveira
Pintura: João Viana
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20:03
29.9.09
O OFÍCIO
O ofício e obrigação dos poetas não é dizerem as cousas como foram, mas pintarem-nas como haviam de ser ou como era bom que fossem.
Padre António Vieira
Os poetas são a harpa de apenas duas cordas: imaginação e sentimento.
Rosalia de Castro
As mães, quando acarinham os filhos, dizem-lhes muitas frases e palavras de equivalente significado, até encontrarem uma, aquela em que o maternal afecto se revele por inteiro, na sua máxima pujança e nitidez. Assim acontece no ofício do poeta.
J. Alberto de Oliveira
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11:51
17.9.09
O CRISTAL DO PENSAMENTO
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12:27






