8.11.09
EM CRISTAL DE MELANCOLIA
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J. Alberto de Oliveira
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20:46
22.10.09
A FALA DESEJANTE
e de alma
quando clama.
Quando infunde
no tecido branco
o sopro de sua fala desejante.
Texto: J. Alberto de Oliveira
Pintura: João Viana
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20:03
29.9.09
O OFÍCIO
O ofício e obrigação dos poetas não é dizerem as cousas como foram, mas pintarem-nas como haviam de ser ou como era bom que fossem.
Padre António Vieira
Os poetas são a harpa de apenas duas cordas: imaginação e sentimento.
Rosalia de Castro
As mães, quando acarinham os filhos, dizem-lhes muitas frases e palavras de equivalente significado, até encontrarem uma, aquela em que o maternal afecto se revele por inteiro, na sua máxima pujança e nitidez. Assim acontece no ofício do poeta.
J. Alberto de Oliveira
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11:51
17.9.09
O CRISTAL DO PENSAMENTO
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12:27
9.9.09
PELO LADO MAIS DIFÍCIL
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18:20
28.8.09
O INTERIOR DO VERBO
o interior do verbo
e suas letras vivas,
eternas,
molhadas de silêncio.
Respiro,
amo devagarosamente.
Amo
porque arde a vida
impensada,
inscrita
na madeira quente.
J. Alberto de Oliveira
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22:49
28.7.09
A SULAMITA
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J. Alberto de Oliveira
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00:08







